“Eu não vim para aqui vender telemóveis… ”
A velha nobreza que habita o coração humano, é fiável e singelo, com tamanha nobreza que muito engrandece as nossas vidas, ou sala de estudos, momentos em turma, grupo… (vide dicinonário, por vezes é preciso), o que dizer.
Penso na velha sabedoria popular e no modo como ela me supreende, como aquele dito que ouvi uma vez, os bons esforçam-se os outros não dotados de virtudes deitam a baixo, é sempre assim na vida não é mesmo? Na natureza por exemplo: Há ás águias e os abutres, um vive da caça o outro dos restos, talvez seja isso, pela tendência que humanizamos as coisas, um seja visto como símbolo de liberdade e o outro defina a miséria o escarno, porém ambos partilham os céus.
Sei onde estou e sei onde quero chegar, mas trago no fundo a consciência de não atropelar ninguém no caminho. Mais importante que chegar na frente é apreciar os momentos, NOW, ou quando apetecer..
Ao voltar atrás na aula de Linguagem e Apresentação Empresarial (ainda aqui) penso que todos perdemos no sentido de vermos o que é no mínimo uma retórica fraca e débil, que plageia não só a imagem mas a posição, como coloquei nesse blog há homens que lutam um dia…. e há os imprescindíveis.
Assim para finalizar, não consigo deixar de registar aqui uma frase de Elisa Lucinda, uma poetisa brasileira:
“Gente cadê minha alma que estava aqui?”
Afinal há calimeros por ai…

"não sei o número de colegas no meu grupo" - espiríto de equipa - NOW

parabens pela boa qualidade geral do teu blog, outra coisa nao seria tb de esperar de ti. E ja agora a resposta esta bem dada…
Comment by fernando — Sun 22 October, 2006 @ 2:11 pm