I.M.PMon 5 February, 2007 3:07 pm

A conclusão do trabalho final de IMP (o relatório com a análise dos 256 entrevistados que nós do Grupo WEDO efectuamos) foi bastante interessante, com um tema fora do vulgar, conseguimos identificar a forma de ver o café aliada à saúde.. e descobrimos que há imensas ideias sobre os benefícios e malefícios da utilização do café ao nível da saúde. Tanto a nível cutaneo, na utilização para "ajudar a curar queimaduras" como para dor de cabeça, problemas de fidago entre outros.. concluímos que pesquisas aprofundadas no "saber da população" e nas "crenças ou lendas" envoltas no produto em questão - café - poderão ser de extremo interesse tanto a nível da promoção por parte de quem produz / comercializa como para a própria ciência que poderá verificar com profundidade as características de um produto tão consumido globalmente. 

Os colegas que desenvolveram o trabalho comigo foram os elementos habituais do grupo Wedo:

Cândido Ribeiro
Fernando
Helder Firmino
Tiago Rocha

C.I.MMon 22 January, 2007 1:19 pm

Sobre a imagem, julgo que é uma fantástica publicidade que associa um tema que infelizmente é tão comum nos tempos correntes e já causa tanta polémica como perdas de vidas de jovens mulheres (maioritariamente) desnecessárias.

 

Uma boneca, estilo Barbie, rosto giro, cabelo tratado, num fundo de papel de parede onde noivos se abraçam apaixonados, uma caixa rosa atraente a boneca está num caixão e dos seus braços e pernas notamos com algum tremor os membros frágeis e quase sem carne. Os ossos aparecem, para alguns com esse problema isso é gordura.. e tem de emagrecer ainda mais apesar de miúdas com 1,70 m. chegarem a pesar 30, 34 kgs..

 

 

Ao pensar na anorexia, remonto para uma doença de foro psicológico, onde o doente pensa que necessita emagrecer e essa necessidade é uma constante até que o corpo não aguenta e a vida se vai. No Brasil uma onda de notícias sobre meninas novas, 15 a 22 anos que perderam a vida recentemente, há cerca de um mês, uma modelo relativamente conhecida, cujo o nome não me recordo, com alguns trabalhos internacionais sucumbiu à doença.. faleceu aos 22 anos (salvo erro).

 

Ao pensar nesse tema, sinto com grande pena que cheguei à idade dela e ela nunca chegará a minha e isso dá muito o que pensar..

 

Faz-me reflectir o peso que a cultura tem em cada um de nós, mais do que o gosto, a forma de vestir, a forma de ser e reagir, a cultura pode ter influência irreversíveis na nossa vida. O que pensando causa até arrepios.

 

Pessoalmente associo a anorexia a uma doença clara, porém associada a uma forte vertente cultural, num ambiente actual onde os padrões de beleza são ditados pela juventude e magreza, as meninas, de foro psicológico mais frágil, ou favorecido, tendem a ser “presas fáceis” nas malhas dessa terrível doença.

 

Até que sucumbem a ela.

 

Se pelo contrário, nos tempos correntes a beleza estivesse associada as formas mais “redondas” como em outros tempos, penso que o problema de anorexia nem se quer aconteceria (ao menos não como um fenómeno), talvez ai, se a “formosura” fosse levada ao extremo teríamos fenómenos diferentes como obesidades de risco e leríamos nas notícias “jovem com 200 kg sucumbe à obesidade”..

 

 

Enfim, essa reflexão serve para reflectir que os padrões de beleza, postura e mesmo saúde são muitas vezes ditados pela cultura envolvente o que para melhor ou pior é o que nos faz tão próprios e tão singulares.

 

MKT COKEFri 22 December, 2006 3:25 pm

Ódio branco se alastra pela música americana

 

Em setembro, li um post no blog do Fernando Moreira “Page Not Found” que rendeu muita polêmica. Falava sobre as gêmeas Lamb e Lynx Gaede, cantoras que pregam o ódio branco nos Estados Unidos. As adolescentes platinadas destilam o ideário da dita supremacia branca em canções que enaltecem o nazismo em um mundo cada vez mais globalizado. Hoje, navegando pela Internet encontrei mais algumas coisas interessantes sobre as meninas arianas made in USA que formaram o grupo Prussian Blue e outras bandas quem seguem a mesma inflamada filosofia. (Quem quiser saber mais sobre o Prussian Blue vai até o blog http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/ clica em Setembro, para achar o primeiro post sobre elas)

As meninas sofriam a ameaça de viver reclusas por causa da pressão da vizinhança contrária à presença delas na cidade de Kalispell, no estado de Montana. Três meses depois, elas gozam de toda a liberdade que os americanos tanto prezam e, radiantes, esperam um "inverno branco". Lamb e Lynx curtem a pequena cidade e já brincam com os primeiros flocos de neve. E a família segue feliz em seu mundo cercado contra negros, judeus e mexicanos. Na foto, uma vaquinha dos ranchos dos Gaede é marcada com a suástica nazista, que foi aceita como sinal de registro de posse por autoridades locais.

Mas não são só as meninas do Prussian Blue que estão agitando a cena do ódio branco musicado na Terra do Tio Sam. Gravadoras e produtoras destinadas a "artistas" desse segmento se espalham pelo país. Mais do que música, elas vendem ideologia: de livros endeusando Hitler a souvenirs do Reich. Elas estão de olho em nazistas como Shawn Sugg, do Max Resist, um dos expoentes de uma geração mais preocupada em inflamar que compor. Em uma de suas canções, em que sonha com uma guerra racial, o "ariano superior" solta a voz:

 

"Deixe as cidades queimarem, deixe as ruas ficarem vermelhas, se você não for branco estará morto".


Outra banda respeitada por skinheads americanos é o Angry Aryans (Arianos Irados), que não faz cerimónia para agredir negros e miscigenados:

"Seu bebé nasceu um mestiço, com cabelo africano!/O crime de produzir uma raça maléfica/Logo vai gerar sua desgraça sem vergonha…/Você tem que ser explorada sexualmente por incontáveis homens negros".

Bizarro!!! Simplesmente desprezível…

Não é só nos USA que essas coisas acontecem.. mas que é vergonhoso, sem dúvida alguma..

MKT COKEWed 20 December, 2006 11:06 am

E como num piscar de olhos, o que começou no dia 2 de Outubro, chegou em 20 de Dezembro, passou depressa e ainda há muito caminho a seguir. Todo o trabalho conquistado, os risos e aulas animadas, a confraternização e conversas entre colegas. As vitórias, conquistas, as relações com os colegas, com os professores.. O saber e o acrescentar valor a cada um de nós com as nossas experiências, vivências, enfim, com a sabedoria intrínseca que está contida em cada um de nós.
Esse texto é simplesmente para desejar à todos um Feliz Natal e um Ano Novo próspero e feliz, com imensas conquistas à mistura.
Para os colegas da nossa turma, do nosso ano, dos anos posteriores, os que se vão, os que chegarão.. para os docentes e colaboradores do Ipam.. os de outras escolas, do trabalho, do Porto, País.. do meu Brasil “branco, mulato, preto de todas as cores”.. enfim, para todos nós.

E como disse uma vez o Poeta* “amigos não se fazem reconhecem-se” – toca a reconhecermo-nos!

Segue uma imagem que eu criei tendo em vista a acrescentar um sorriso à sua visita ao meu blog e reforçar aqui todo um real e sincero desejo!

 


 

Festas felizes!


*O poeta em questão é Vinícius de Morais


 

L.A.EMon 18 December, 2006 2:36 pm

No último trabalho de LAE - análise crítica a suportes de comunicação eu escolhi três marcas que julgo mundiais, em qualquer lugar do globo ou na maioria, claro já ouviram falar das marcas lego - Zippo - Playboy.

Sempre gostei da Lego e sempre brinquei, quando moleque, imaginativo como era (e sou - penso)sempre adorei montar e desmontar as pecinhas, fui um apaixonado. Entretanto e pelo trabalho de análise voltei a ter um contacto mais próximo com a Lego minha fiel companheira infantil em inúmeras tardes a brincar.. fui encontrando algumas imagens publicitárias dessa tão conhecida marca e para meu espanto, a cada imagem que encontro mais me apaixono.

No trabalho de LAE (que ainda não tive oportunidade em colocar por aqui) eu escolhi a imagem que ganhou um prémio em Cannes de nome "periscópio" a img é simples e certeira, uma base azul de lego com duas pecinhas brancas encaixadas uma de 1 pino e a de cima com dois pinos, fazendo relembrar um periscópio, a única palavra no cartaz é "imagine…" achei um espanto, ainda no mesmo trabalho coloquei mais 3 imagens dando alusão ao mesmo sentido. (assim que possível postarei o trabalho aqui, verão do que falo..)

Agora, fui presenteado com mais uma publicidade da referida marca que na minha opinião é um espanto.

 


A famosa foto dos trabalhadores almoçando sentados em uma viga durante a construção do edifício GE (antigamente chamado de RCA) em 1932, registrada por Charles C. Ebbets, ganha uma nova visão através dos olhos da Lego.

 

 

Criação da agência alemã Jung von Matt.

 

Fenomenal

L.A.EMon 4 December, 2006 4:55 pm


Linguagem e Apresentação Empresarial – Avaliação 1
Criação de um suporte de Comunicação de um Banco
1-Criação de uma marca/instituição bancária fictícia:
BANCO IMPRES

2-Concepção do Logótipo do banco:
Após análise do nome do estabelecimento Banco Impres e tendo em conta os seus clientes alvo, foi feito uma definição de várias hipóteses no sentido de encontrar a melhor imagem que defina em si, um desenho simples e memorização breve, porém forte e concisa. Foi tido em conta também a eliminação de qualquer curva ou circunferência no logo, dando enfoque para os ângulos rectos, em virtude dos processos extremamente claros e precisos que o Banco Impres acredita que uma entidade bancária necessita ter para ser credível e clara, representa-se assim a rectidão e clareza dos processos e da posição do banco em todas as vertentes do negócio. Ao verificar os logótipos da concorrência directa (outras entidades bancárias) verificou-se que há o encontro de vários desenhos que representam em si à imagem que esta entidade pretende passar. Foi então entendido, que nós do Banco Impres, tendo em conta o significado da origem do seu nome e o target muito específico de seus clientes, optamos por exaltar a simplicidade clássica, porém utilizar uma imagem muito comum aos atletas de altas competições, o pódio, um “T” invertido, caracteriza assim um pódio, no campeonato que é a vida, como o próprio senso comum indica, para se estar num pódio, temos que ser os melhores, assim como para ser cliente ou participar como colaborador da entidade bancária, apenas os melhores e sobretudo os imprescindíveis. Com um leve destaque ao quadrado na parte de cima do então pódio, humanizando assim os vencedores que entendemos como clientes e colaboradores, caracterizando que ali estão os primeiros, os únicos ganhadores, não havendo ênfase para o segundo ou terceiro lugar, embora também representado no pódio, apenas foi dada ênfase ao primeiro lugar, onde o banco entende que deverão estar todo o factor humano da instituição, clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros.
A cor branca do logótipo deve-se a enfatizar a clareza dos processos, dando enfoque a que não existe a lugar para o segundo, apenas o primeiro, desse modo a criação da imagem optou por um logo que tem uma única cor, cor essa que nada mais é a junção de todas as outras cores, entendemos assim que embora com uma cor única distinta, o logo do banco Impres contém em si todas as outras cores.
O logótipo divide-se em duas partes distintas:

Pódio
Representa o meio envolvente em toda a sua dimensão – o mundo que nos rodeia.

Homem – quadrado no topo da área gráfica do logo, que, separado da parte de baixo, caracteriza o factor humano que é privilegiado pela instituição, desde seus colaboradores, clientes, fornecedores, atribuindo-lhe o carácter distinto de vencedor, tendo em vista o lugar que ocupa no “pódio”.

3-Criação de uma inserção publicitária no seminário Expresso (a ser mostrado um exemplo em aula):
Criada uma folha em formato A3 com layout definido para o target específico do cliente alvo, tendo em conta as cores, a forma de apresentação para que entrem em concordância com o ideal do Banco Impres, como também vá de encontro ao ponto que achamos relevante abordar, o tema maior que é o amor, aliado ao saudosismo, saudades, lembranças e bons momentos passados, enfatizando em si o produto proposto “seguro de vida”.

3.1 Campanha publicitária de um produto/serviço desse banco:
Seguro de Vida

4- Elaboração de um breve texto sobre este projecto que inclua os seguintes pontos:
4.1 Justificação nome da marca
Palavra deriva do imprescindível, que não tem substituição, exalta valores, do exclusivo, melhor, fantástico.

4.2 Identificação do Público-alvo
Classe Média Alta / Alta.

4.3 Descrição do suporte (explicar o porque do desenho e contexto escolhido para o suporte publicitário - Banco Impres
A eleição do nome da marca “Impres” deve-se a associação da palavra imprescindível, que não tem substituição, exaltando o exclusivismo do que é melhor, insubstituível, foi entendido como o valor máximo da empresa, também escolhida devido ao carácter da marca “Impres”, ser de fácil internacionalização para outros países que não de expressão portuguesa.
O segmento do público alvo para essa campanha, destaca-se a um target de clientes muito específico do médio alto e alto segmento, em sua grande maioria homens, casados, pais, com formação superior e alto poder económico, lideres com poder de decisão e forte competitividade, com valores no alto rendimento, performance e habituados ao melhor que a vida pode proporcionar.
Para a campanha publicitária do novo produto IMPRES VIDA – seguros de saúde, foi tida em conta a estratégia a tomar para o cliente específico desse produto.
Entendemos que os clientes terão em média a faixa etária a partir dos 40 anos de idade e procuramos responder pela raiz o que leva a que uma publicidade desperte o interesse no sentido de que seu público alvo, quando confrontado com a publicidade, sinta a necessidade imediata de aderir ao produto, assim como criar uma campanha que apele ao sentimento maior que move toda a humanidade, o amor.
Foi escolhida uma campanha de apresentação pelo período de dois meses a ser exposta no jornal Expresso, em que uma página tamanho A3, terá como fundo a cor preta e a única imagem no cartaz será em preto e branco, colocada de forma centralizada, ligeiramente para baixo do espaço e tendo uma pequena margem branca, uma linha que circunde a fotografia dando um destaque face o fundo preto escolhido.
A escolha da apresentação da publicidade no jornal Expresso deve-se ao seu público-alvo classe média, média-alta e pela sua tiragem semanal, aos sábados, dias esses em que o nosso target reserva para o lazer e estar em família.
As primeiras frases que utilizamos de modo a despertar o interesse são alusivas ao amor e apelam ao sentimento do leitor para com a publicidade.
O facto de toda a imagem estar criada em preto e branco não é por acaso, entendemos que hoje em dia as grandes publicidades nos jornais são efectuadas a cores e são tantas que já se torna difícil para que as campanhas publicitárias consigam captar a atenção de seu target, nesse entendimento, achamos que uma folha a preto e branco com um grande fundo negro a despertar como bloco sólido em meio as restantes publicidades certamente contidas no jornal, também foi entendido que os nossos clientes ao encontrarem a imagem e receberem sua mensagem, que certamente irá disparar os seus sentimentos, irá remontar para a introspecção e o preto e branco servirá de apoio a isso mesmo, visto serem em média homens da década de 60 e décadas anteriores, quando o surgimento da televisão a preto e branco revelou-se uma grande revolução e que alterou claramente o modo de vida das pessoas e nossos clientes alvos participaram nessa revolução. Também, porque no senso comum quando pensamos na vida e olhamos para trás é representado, por exemplo, nos filmes do cinema à preto e branco, nos aproveitamos da técnica e adaptamos para a nossa publicidade.
Importante também entender o que é que move a uma pessoa a efectuar um seguro de vida, que nada mais é que uma consciência clara que somos todos mortais e que essa mesma consciência da morte, que ronda e fatalmente surgirá, é inibidora no sentido da publicidade. Unindo o facto da preocupação de amparar os entes queridos caso a “morte” apareça e “compensa-los” monetariamente no sentido de dar uma estabilidade na vida que segue, entendemos que o sentimento maior que move alguém que efectua um seguro de vida é o amor, tendo isso em conta, no cartaz criado, em tempo algum foi referenciado a palavra “morte” apenas o conceito está claramente implícito, porém é enfatizado o amor que o nosso cliente tem pelos seus e que o faz aderir ao nosso produto.
Um bom exemplo dessa situação é na frase final que com um enfoque claramente comercial faz uma alteração numa expressão comum a todos nós:
“Quem vive de amor por alguém, faz.”
A forma de expressão, “morrer de amor por alguém”, é entendida e usada por todos nós e é bastante difundida em nossa cultura, porém a alteração da palavra “morre” para a palavra “vive” exulta a ideia de que embora saibamos que somos finitos, embora o nosso cliente traga a certeza que um dia irá ter que enfrentar esse problema, dizemos claramente ao cliente “vive” com o sentido de aproveitar a sua existência junto aos seus, porém não descure que esse tempo de viver poderá, por um qualquer motivo, acabar de repente e nesse sentido é sempre conveniente estar precavido.
A escolha da imagem, temos três elementos humanos, todos mulheres de três gerações distintas. Uma avó que é mãe, uma mãe que é filha e uma filha que por sua vez é neta enquadram assim aquilo que é o comum de uma família normal. A escolha de mulheres a figurar como os elementos humanos, deve-se ao facto de termos enraizado culturalmente a forma “delicada” o “sexo frágil” a qual devemos proteger e amparar. Na falta do homem “que gera sustento e dá segurança”.
Concluímos que as campanhas desenvolvidas especialmente no cariz emotivo e adaptas nos mínimos detalhes ao target segmentado têm em si só uma maior força no proposto de atingir os seus objectivos e mais, supera-los. Efectuamos uma campanha em acordo aos valores do nosso cliente, por isso aspiramos torná-la numa campanha imprescindível.

“Há homens que lutam um dia, e são bons;
 Há outros que lutam um ano, e são melhores;
 Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
 Porém há os que lutam toda a vida
 Estes são os imprescindíveis”
 Bertold Bretch
 1896 - 1956

Trabalho realizado por:
Flávio Oliveira - 06758
flavio@ipam.pt

http://flaviooliveira.blogsome.com
http://alunosmt.ipam.pt/~a06758/

MKT COKE 11:58 am
Empreendedores nacionais são inovadores no ‘marketing’


Maria João Espadinha


A inovação nos negócios criados por empreendedores portugueses está no marketing. São os próprios empreendedores que o dizem, inquiridos pela pesquisa do Eurostat, Factors of Business Success, em que 21% consideram que inovam nesta área. Segue-se a inovação no produto, apontada por 16,6% dos participantes, a inovação organizacional, com 14,8%, e nos processos, 11,3%. No entanto, dos 15 países analisados, Portugal é o único em que isto acontece, sendo o produto o alvo da inovação dos empreendedores nos restantes países da Europa. A pesquisa foi realizada através de inquéritos a empreendedores ou fundadores de empresas criadas em 2002 e que sobreviveram até 2005.

Outra das conclusões da pesquisa é que, para ser empreendedor, não é necessário ter experiência no sector, pois 37% dos empreendedores de sucesso não têm qualquer currículo na área onde operam.

Portugal cresce menos

A maior parte dos empreendedores (48%) tem 40 anos ou mais. Assim, uma das perguntas a que o Eurostat tentou responder é se a idade influencia o sucesso do negócio. Segundo a pesquisa, as empresas geridas por jovens empreendedores crescem mais rapidamente do que as companhias dos seus congéneres mais velhos. A taxa de crescimento do negócio é de mais de 200% nas empresas de empreendedores com menos de 30 anos, 150% no grupo entre os 30 e 39 anos, e 131% nos com 40 anos ou mais.

Entre os países analisados - 13 da União Europeia e dois candidatos à adesão -, Portugal é aquele em que as empresas criadas por empreendedores crescem menos. De acordo com a pesquisa, Portugal está no fim da lista, com um aumento, em média, de 24% do negócio (número de empregados, ano de nascimento contra o ano de análise). Por idades, o grupo de empreendedores nacionais cujo negócio mais cresceu está entre os 30 e os 39 anos, com 26,9%, valor muito inferior ao registado noutros países - a média neste grupo é de 203,3% de crescimento.

Empreendedores masculinos são mais optimistas

72% dos empreendedores são homens e 28% são mulheres, situação semelhante à realidade laboral da Europa, explica a pesquisa. No entanto, o negócio dos empreendedores do sexo masculino é mais lucrativo, pelo menos na opinião dos inquiridos, em que 37% dos homens consideram que a sua empresa, em termos de lucros, é "boa". No caso das mulheres, a opinião é partilhada por 31,3%. Os sectores de actividade escolhidos são diferentes: construção é um sector em 96,1% dos empreendedores são homens, já as mulheres preferem a área da hotelaria e restaurantes (43,2%).

http://dn.sapo.pt/2006/11/30/economia/empreendedores_nacionais_inovadores_.html

MKT COKETue 28 November, 2006 4:42 pm


UNICEF/ FC Barcelona

Sobre o título:

"Barça’s most difficult game is about to begin."
Contrapunto, Barcelona

Uma campanha da Unicef  em parceria com o Barcelona onde o social é enfatizado e penso, é sempre uma boa forma de publicidade (chamar atenção aos menos favorecidos é sempre uma boa ideia)

 


com imagens forte de alto contexto onde apenas uma simples frase enfatiza valores, necessidades sociais.

 

uma boa publicidade sem dúvida alguma.


MKT COKE APOIA ESSA IDEIA :)

C.I.M, MKT COKEFri 24 November, 2006 12:54 pm

Nova marca da Coca no Brasil …. 2004

Fonte: Meio & Mensagem

A Coca-Cola anunciou no dia 04 de Novembro de 2004 a adoção de uma nova identidade corporativa no Brasil. A rigor, a logomarca permanece a mesma, apenas com um pincelada de verde e amarelo em sua lateral e palavra "Brasil" em destaque.

O objetivo da empresa é enfatizar suas raízes no País  e seu posicionamento como empresa responsável socialmente. A logomarca modificada foi apresentada ao público em uma grande campanha publicitária. A acção institucional, criada pela agência DPZ, é exclusiva para mídia impressa, e teve extensa veiculação até agosto do ano de 2005, em jornais e revistas de circulação nacional. Os anúncios focaram as atividades de responsabilidade social da companhia.

A Coca-Cola declara investimento de R$ 41 milhões em ações assistenciais no ano de 2004, valor que equivale a 0,63% de seu faturamento bruto em 2003, que foi de R$ 6,5 bilhões. Segundo a companhia, a verba destinada equivale a 1% de seu faturamento líquido, de R$ 4 bilhões. A companhia não declara o investimento na campanha mas, considerado o plano de mídia e o período de veiculação, o esforço de comunicação representará volume siginificativo se comparado com a verba destinada a responsabilidade social. Vale ressaltar que os recursos da campanha não são provenientes da verba para o terceiro sector, mas do orçamento de marketing da Coca-Cola, que é de R$ 550 milhões em 2004.

A estratégia de ganhar um tom mais brasileiro vai de encontro aos temas que vemos abordando nas aulas de Cultura e Ideologia de Mercado, um país tão vasto (quase continental) com uma população de 188 milhões de habitantes, com uma cultura tão pluralista, porém tão vincada, faz com que um gigante mundial, considerada a marca mais valiosa do planeta, “converta-se” na sua cultura, trazendo assim, a MARCA para próximo do comum dos brasileiros. O enfoque nas cores da bandeira no logo não se fica por aqui, as campanhas da Coca-cola no Brasil trazem ao de cima o melhor que a cultura brasileira representa, a festa, o futebol, a alegria, a paixão, o bem estar na vida (por mais miserável que possa ser).

De seguida apresento algumas imagens da campanha publicitária de 2006 que claramente abordam o tema da copa do Mundo de futebol (e a paixão brasileira nesse desporto)

Um rapaz faz de pele morena e alternativo, com uma bola vermelha (coca-cola) joga à bola com a cidade de São Paulo como pano de fundo, em baixo temos imagens do mundo inteiro representadas como a Ópera de Sidney (Austrália), as famosas torres Petrona da Malásia de design exclusivo e característico, o grande “arranha-céu” de Chicago, um templo oriental,.. porém de modo a enfatizar a cultura brasileira na imagem, de forma súbtil verificamos que mesmo no meio, temos representado o Cristo Redendor um cartão postal do Rio de Janeiro, do Brasil, também conseguimos identificar a “mão que sangra”, uma escultura do Mestre Oscar Nyermier um ilústre arquitecto brasileiro conhecido mundialmente. Uma imagem de alto contexto que abrange a mundialidade da paixão pelo desporto (futebol) porém feita para o mercado brasileiro, enfatizando vários pontos de referência para os habitantes do país.

Nessa animação bem humorada, temos um “brasileiro” com a camisa de sua selecção verde e amarela a torcer com um morcego, um microscópio, as amebas verde-amarelas e um trevo de quatro-folhas (personagem criados exclusivamente para a campanha da copa no Brasil) nas linhas que caracterizam a marca Coca-cola (ondas) estão pintadas de verde-amarelo e o coração decorado como uma bola de futebol, sempre com a garrafa de Coca-cola na mão torce, vibra pela selecção, unindo assim as duas “fitas ondulantes” representando (humanizando) cada brasileiro, cada coração que torce animado pela sua selecção (de preferência com a sua Coca-cola bem gelada na mão direita) em baixo seguem mais algumas imagens que rodaram o país e foram tema da mesma campanha. Caso para dizer “alway Coca-cola” ou no bom e velho português (BR)

SEMPRE COCA-COLA



Fonte: http://www.cocacola.com.br
Flávio Oliveira

MKT COKETue 21 November, 2006 3:37 pm


A procura de músicas para licenciar só para a indústria da publicidade é de 13B$, que é quase o mesmo que as editoras discográficas moribundas ganham com as vendas no mercado!

 

Toda a gente quer ter a sua música (anúncios, sites, etc) e os muitas das bandas que poderiam ceder a sua música altamente interessante andam por aí, sem saber o que fazer às musicas… moribundos…

 


Houve um sujeito que se lembrou disso e resolveu fazer ele próprio um site, cujo o objectivo é encontrar a oferta e a procura… tão simples…por género, por artista, é só escolher.. e comprar os direitos.

Está ai um caso que julgo de extremo interesse, pois numa simples ideia conseguiu encontrar uma forma de unir um mundo tão rentável e procurado como o mercado das músicas. Agora não depende das "gravadoras" para que o cliente possa encontrar finalmente aquela música que procurava para o seu anúncio, bastando para isso contactar o próprio compositor. As tecnologias de Informação, associadas a um carácter claramente "Marketing" ajudam a criar "pontes" que antes eram impensáveis.

 http://www.rumblefish.com/